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sábado, 29 de outubro de 2011
Ninguém está acima da lei, diz Alckmin sobre conflito na USP
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) disse nesta sexta-feira que o governo vai apurar possíveis excessos no conflito entre estudantes e policiais ocorrido ontem dentro da USP. “Ninguém tolera nenhum excesso. Agora, não tem nenhum estudante ferido e nós tivemos policial ferido e várias viaturas danificadas. A lei é para todos, ninguém está acima da lei”, afirmou. Sobre a presença da Polícia Militar no campus, Alckmin disse que a missão dos policiais é pacífica e tem o objetivo de proteger. Cerca de cem alunos ocupam o prédio da Administração da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), na zona oeste de São Paulo, desde a noite de ontem, após um confronto entre estudantes e policiais militares. A briga ocorreu após a PM deter três estudantes que estariam fumando maconha dentro de um carro, no campus. (Folha)
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É guerra: As péssimas relações entre a Fifa e a CBF
As relações entre a Fifa (leia-se Joseph Blatter) e a CBF (leia-se Ricardo Teixeira) nunca foram tão ruins. Na conversa que teve com Dilma Rousseff há três semanas em Bruxelas, Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, detonou Ricardo Teixeira. Mais: a Fifa está procurando um escritório de relações públicas para tentar melhorar sua imagem no Brasil — e, claro, junto ao governo Dilma. A propósito, Ricardo Teixeira e Aldo Rebelo já foram adversários ferrenhos (na CPI da Nike) e depois viraram bons amigos durante o governo Lula. Mas o último movimento de Teixeira não foi pró-Aldo: trabalhou intensamente no mês passado para ajudar a eleger Ana Arraes ministra do TCU, derrotando justamente Aldo. (Radar Online/Veja)
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Ex-presidente Lula está com tumor na laringe, diz hospital
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou exames neste sábado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, tendo sido diagnosticado um tumor localizado de laringe. Segundo o hospital, após avaliação multidisciplinar, foi definido tratamento inicial com quimioterapia, que será iniciado nos próximos dias. “O paciente encontra-se bem e deverá realizar o tratamento em caráter ambulatorial”, diz nota do Sírio-Libanês. A reportagem está tentando contato com a assessoria do ex-presidente para comentar o assunto. (Folha)
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Ministro da Saúde quer Lei Seca rigorosa
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diz que vai apoiar os projetos para tornar a Lei Seca mais rigorosa. Entre eles, a elevação da pena por embriaguez ao volante.
O endurecimento para quem bebe e dirige é uma das propostas da pasta para a década da segurança no trânsito instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Mas a mudança da legislação, em discussão no Congresso, será encampada pela presidente Dilma Rousseff? Padilha, nesse caso, é mais cauteloso. “Posso falar pelo ministério. Depois vai para debate interno do governo.” Apesar de defender mais rigor na lei vigente desde 2008, Padilha diz parte do problema é de fiscalização. Segundo ele, estatísticas mostram redução de até 30% das mortes nos lugares onde há um combate eficaz. O ministério alega que as medidas especificamente ligadas ao setor da saúde tiveram resultados positivos. A proporção de mortes em relação ao total de internações por acidentes de trânsito, por exemplo, diminuiu. Questionado sobre outras ações federais que contribuem com acidentes, como incentivos à difusão de motos, Padilha que os principais fatores estão ligados a ações de Estados e municípios. “O decisivo é a fiscalização por dirigir alcoolizado, uso do capacete, condição do automóvel e da moto.” O ministério diz que a piora dos índices tem sido mais intensa no Nordeste e no Centro-Oeste, principalmente em municípios pequenos (com menos de 20 mil habitantes). (Folha)
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O endurecimento para quem bebe e dirige é uma das propostas da pasta para a década da segurança no trânsito instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Mas a mudança da legislação, em discussão no Congresso, será encampada pela presidente Dilma Rousseff? Padilha, nesse caso, é mais cauteloso. “Posso falar pelo ministério. Depois vai para debate interno do governo.” Apesar de defender mais rigor na lei vigente desde 2008, Padilha diz parte do problema é de fiscalização. Segundo ele, estatísticas mostram redução de até 30% das mortes nos lugares onde há um combate eficaz. O ministério alega que as medidas especificamente ligadas ao setor da saúde tiveram resultados positivos. A proporção de mortes em relação ao total de internações por acidentes de trânsito, por exemplo, diminuiu. Questionado sobre outras ações federais que contribuem com acidentes, como incentivos à difusão de motos, Padilha que os principais fatores estão ligados a ações de Estados e municípios. “O decisivo é a fiscalização por dirigir alcoolizado, uso do capacete, condição do automóvel e da moto.” O ministério diz que a piora dos índices tem sido mais intensa no Nordeste e no Centro-Oeste, principalmente em municípios pequenos (com menos de 20 mil habitantes). (Folha)


