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sábado, 29 de outubro de 2011
Ministro da Saúde quer Lei Seca rigorosa
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diz que vai apoiar os projetos para tornar a Lei Seca mais rigorosa. Entre eles, a elevação da pena por embriaguez ao volante.
O endurecimento para quem bebe e dirige é uma das propostas da pasta para a década da segurança no trânsito instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Mas a mudança da legislação, em discussão no Congresso, será encampada pela presidente Dilma Rousseff? Padilha, nesse caso, é mais cauteloso. “Posso falar pelo ministério. Depois vai para debate interno do governo.” Apesar de defender mais rigor na lei vigente desde 2008, Padilha diz parte do problema é de fiscalização. Segundo ele, estatísticas mostram redução de até 30% das mortes nos lugares onde há um combate eficaz. O ministério alega que as medidas especificamente ligadas ao setor da saúde tiveram resultados positivos. A proporção de mortes em relação ao total de internações por acidentes de trânsito, por exemplo, diminuiu. Questionado sobre outras ações federais que contribuem com acidentes, como incentivos à difusão de motos, Padilha que os principais fatores estão ligados a ações de Estados e municípios. “O decisivo é a fiscalização por dirigir alcoolizado, uso do capacete, condição do automóvel e da moto.” O ministério diz que a piora dos índices tem sido mais intensa no Nordeste e no Centro-Oeste, principalmente em municípios pequenos (com menos de 20 mil habitantes). (Folha)
O endurecimento para quem bebe e dirige é uma das propostas da pasta para a década da segurança no trânsito instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Mas a mudança da legislação, em discussão no Congresso, será encampada pela presidente Dilma Rousseff? Padilha, nesse caso, é mais cauteloso. “Posso falar pelo ministério. Depois vai para debate interno do governo.” Apesar de defender mais rigor na lei vigente desde 2008, Padilha diz parte do problema é de fiscalização. Segundo ele, estatísticas mostram redução de até 30% das mortes nos lugares onde há um combate eficaz. O ministério alega que as medidas especificamente ligadas ao setor da saúde tiveram resultados positivos. A proporção de mortes em relação ao total de internações por acidentes de trânsito, por exemplo, diminuiu. Questionado sobre outras ações federais que contribuem com acidentes, como incentivos à difusão de motos, Padilha que os principais fatores estão ligados a ações de Estados e municípios. “O decisivo é a fiscalização por dirigir alcoolizado, uso do capacete, condição do automóvel e da moto.” O ministério diz que a piora dos índices tem sido mais intensa no Nordeste e no Centro-Oeste, principalmente em municípios pequenos (com menos de 20 mil habitantes). (Folha)
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